ESTRADA REAL PODE SER RECONHECIDA PELA UNESCO
O Instituto Estrada Real (IER) deu o primeiro passo para que os mais de 1.400 km que foram usados por escravos, comerciantes e reis, durante o Brasil Colônia, sejam reconhecidos como patrimônio da humanidade pela Unesco. Em parceria com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o IER enviou estudo ao Ministério da Cultura (MinC), pleiteando que a solicitação da chancela seja remetida à Unesco. A informação é do presidente do conselho deliberativo do Instituto Estrada Real, Eberhard Hans Aichinger. De acordo com Aichinger, o estudo promovido pelos dois órgãos demonstra a viabilidade do projeto do reconhecimento da Estrada Real como patrimônio da humanidade na forma de uma rota turística nacional.
O processo de reconhecimento, no entanto, é longo. De acordo com Aichinger, o MinC deve demorar cerca de dois anos para concluir todos os procedimentos necessários para que a solicitação possa ser remetida à Unesco. "Entre eles está ouvir a população que deverá estar envolvida no processo de reconhecimento", afirmou.O título de patrimônio da humanidade, ainda segundo Aichinger, deverá garantir a divulgação mundial do circuito que já é considerado um dos mais importantes do Brasil.
Preservação
A preservação dos caminhos que constituem a Estrada Real está preocupando os parlamentares mineiros. Deputados da comissão criada especialmente pela Assembléia Legislativa para definir como proteger este circuito farão uma série de audiências públicas para discutir com a população quais estratégias devem ser adotadas. A decisão aconteceu na última quarta-feira, quando os parlamentares se reuniram para discutir Projeto de Emenda Constitucional do deputado João Leite, que previa o tombamento de toda a Estrada Real. "Durante a reunião, verificamos que o tombamento seria inviável. Em vez de uma PEC vamos apresentar um projeto de lei que garanta a preservação deste circuito histórico, cultural e turístico que terá artigos baseados nas sugestões apresentadas pela comunidade", explicou João Leite.
O processo de reconhecimento, no entanto, é longo. De acordo com Aichinger, o MinC deve demorar cerca de dois anos para concluir todos os procedimentos necessários para que a solicitação possa ser remetida à Unesco. "Entre eles está ouvir a população que deverá estar envolvida no processo de reconhecimento", afirmou.O título de patrimônio da humanidade, ainda segundo Aichinger, deverá garantir a divulgação mundial do circuito que já é considerado um dos mais importantes do Brasil.
Preservação
A preservação dos caminhos que constituem a Estrada Real está preocupando os parlamentares mineiros. Deputados da comissão criada especialmente pela Assembléia Legislativa para definir como proteger este circuito farão uma série de audiências públicas para discutir com a população quais estratégias devem ser adotadas. A decisão aconteceu na última quarta-feira, quando os parlamentares se reuniram para discutir Projeto de Emenda Constitucional do deputado João Leite, que previa o tombamento de toda a Estrada Real. "Durante a reunião, verificamos que o tombamento seria inviável. Em vez de uma PEC vamos apresentar um projeto de lei que garanta a preservação deste circuito histórico, cultural e turístico que terá artigos baseados nas sugestões apresentadas pela comunidade", explicou João Leite.

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