PC apura golpe em concessionária
A Polícia Civil, o Ministério Público e o Procon de São João del Rei abriram inquérito para investigar um golpe que teria sido cometido por um dos funcionários da concessionária José dos Santos. Pelo menos 20 clientes apresentaram queixa ao Procon, de acordo com a coordenadora do órgão, Jaqueline Lobato, que interditou a empresa na semana passada.
Segundo o delegado de crimes contra o consumidor, Marcos Cardoso Atalla, os clientes lesados acusaram um funcionário da concessionária, que não teve seu nome divulgado, de ser o autor do golpe. Atalla disse que esse funcionário oferecia um carro zero quilômetro para o cliente que concordasse em entregar seu veículo usado e pagar um valor em dinheiro. O carro novo, ainda conforme o policial, seria entregue em 40 dias. Mas, findo esse prazo, o acordo não era cumprido. As denúncias começaram a ser feitas depois que esse funcionário pediu licença para casar e abandonou a concessionária, sem dar satisfação a ninguém.
Até a última terça-feira, segundo o delegado, dez vítimas já haviam registrado boletins de ocorrência. Atalla informou que os primeiros depoimentos começam a ser tomados essa semana. "Todas as negociações foram feitas dentro da concessionária, então a empresa deve responder pelos danos causados a seus clientes. Além da Polícia Civil, o Procon e o Ministério Público também deverão atuar no sentido de garantir os direitos das vítimas", afirmou.
Responsável pela interdição, a coordenadora do Procon contou que a primeira denúncia contra a concessionária foi registrada pelo órgão ainda no mês de março.
De acordo com a coordenadora, já foram registradas 20 reclamações contra essa empresa.
O advogado da concessionária José dos Santos, Marcelo Bravo Maciel, disse que a empresa já está tomando as providências legais, mas não quis comentar o caso.
Segundo o delegado de crimes contra o consumidor, Marcos Cardoso Atalla, os clientes lesados acusaram um funcionário da concessionária, que não teve seu nome divulgado, de ser o autor do golpe. Atalla disse que esse funcionário oferecia um carro zero quilômetro para o cliente que concordasse em entregar seu veículo usado e pagar um valor em dinheiro. O carro novo, ainda conforme o policial, seria entregue em 40 dias. Mas, findo esse prazo, o acordo não era cumprido. As denúncias começaram a ser feitas depois que esse funcionário pediu licença para casar e abandonou a concessionária, sem dar satisfação a ninguém.
Até a última terça-feira, segundo o delegado, dez vítimas já haviam registrado boletins de ocorrência. Atalla informou que os primeiros depoimentos começam a ser tomados essa semana. "Todas as negociações foram feitas dentro da concessionária, então a empresa deve responder pelos danos causados a seus clientes. Além da Polícia Civil, o Procon e o Ministério Público também deverão atuar no sentido de garantir os direitos das vítimas", afirmou.
Responsável pela interdição, a coordenadora do Procon contou que a primeira denúncia contra a concessionária foi registrada pelo órgão ainda no mês de março.
De acordo com a coordenadora, já foram registradas 20 reclamações contra essa empresa.
O advogado da concessionária José dos Santos, Marcelo Bravo Maciel, disse que a empresa já está tomando as providências legais, mas não quis comentar o caso.

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