“MEU CORAÇÃO NÃO ME OBEDECE!”
Alguém já parou pra pensar que o coração é um órgão comum que apenas controla o fluxo de sangue no nosso corpo? Que ele não tem poder de decisão sobre nossos sentimentos como o amor ou o ódio, por exemplo. Então porque a maioria de nós as vezes diz que não se pode mandar no coração, ou seja, ter o controle sobre nossa escolha amorosa? Será que na verdade a “peça” principal não seria o cérebro? Ele é responsável pela execução de todo e qualquer movimento e especula-se que tenhamos usado muito pouco de sua real capacidade até hoje. Há pessoas que ainda acreditam que o coração tem aquele formato de... coração e que ele fica do lado esquerdo do peito. Mas porque então ele acelera seu batimento conforme a situação, como por exemplo um susto ou um constrangimento? Acredito, que seja simplesmente uma autodefesa, ele envia para o cérebro um sinal de que algo está acontecendo fazendo com que o sangue seja bombeado com mais intensidade para alguma parte específica. Quando ficamos com o rosto vermelho de vergonha com sensação de inchaço, é como se aquele local estivesse exposto a algum ataque, no caso dos olhares cômicos de outras pessoas. Com todo respeito, mas como será que o órgão sexual masculino fica ereto? Será que se enche de ar e infla, ou é o coração que envia um sinal para o cérebro “dizendo” que algo está para acontecer por ali? Se pudéssemos fazer uma comparação entre nosso corpo e o computador chegaríamos a seguinte conclusão: o coração seria a placa mãe, onde todos outros dispositivos (órgãos) ficam ligados por meio de cabos (veias) e o cérebro seria o processador, pois todos os comandos são enviados a ele e dependem de sua resposta. Então não existe um sistema sem o processador (cérebro) e nem a placa mãe (coração). Nossos sentimentos envolvem os sentidos, primeiramente a visão, após a audição e olfato e finalmente o tato e paladar, que são captados por quem mesmo? O cérebro. E quando se chega a esse ponto a situação fica realmente complicada, não temos mais controle e somos dominados por nossos sentidos principais. Dessa forma só nos resta culpar “alguém” por isso ou aceitar e deixar o orgulho de lado, mas quem sempre é o culpado? O coração. Portanto, ao invés de culpá-lo injustamente vamos procurar entender o que se passa ao nosso redor primeiramente, aceitar que não somos tão fortes para nunca cair e nem tão fracos para nunca levantar. Pois é mania jogar a responsabilidade no colo do próximo e fingir que nada aconteceu. Por outro lado, pelo menos temos a quem culpar agora, o nosso CÉREBRO.

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