Sites de relacionamentos

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Já que estamos no "preâmbulo da refrega" do Ano Novo, vale algumas divagações sobre cuidados especiais que devemos tomar em alguns momentos da vida. Nem vou dizer na hora de alguém conhecer alguém e com esse alguém tentar preencher um vazio existencial... Nem vou falar disso. Mas bem que podemos falar de "pegadinhas" que algumas empresas andam preparando para pegar pessoas desavisadas e que andam em busca de emprego.

Desavisadas e comprometidas, comprometidas aqui vale como pessoas que andam ou andaram fazendo tolices, tolices que nem elas desconfiam que lhes podem servir de eliminação numa seleção para emprego. Vou logo ao ponto, já enrolei demais.

É o seguinte: muitas empresas ao avaliar um candidato a emprego, candidatos a uma boa posição, pesquisam em sites de relacionamentos para ver se acham alguma coisa que comprometa o candidato. Claro que as empresas que fazem essa "pesquisa" não o admitem. Mas a verdade é que, pelo que descobrem, eliminam muitos candidatos até então insuspeitos. São os trouxas que se enredam em conversas comprometedoras em sitezinhos de gente vazia, que, aliás, são todos, todos, sem exceção. Só quem não se respeita entra em sites de relacionamento, em divertimentos computacionais, só esses.

Uma pessoa se revela pelo que diz, pelo modo como escreve, senta, aperta a mão, toma água, espirra, tosse, come, caminha, tudo, tudo revela. Imagine então nos sites. Claro, não vão faltar os falsamente "politicamente corretos" para alegar que essa "bisbilhotagem" é ilegal.

Vão me desculpar, na empresa manda o dono, a diretoria, os que a fazem, ninguém mais mete o bedelho. E fazem muito bem as empresas em investigar comportamentos que revelam caráter, personalidade. O bom sujeito, o bom funcionário, o bom chefe, não é apenas uma pessoa competente, tem também que ser gente, valer a pena.

Quando o caráter contraindica uma pessoa ao cargo, é tolice apostar num milagre. E pensando bem, se os namorados, os que pensam em casar, fizessem essa investigaçãozinha de bisbilhotar na internet para saber como se "divertem" seus parceiros, ah, ninguém mais casaria.

Está bem, ninguém é exagero, muito poucos, raros, raríssimos. A grande maioria é feita por gente tola, gente que vive no computador, chats, namoricos, sacanagens, sites disso, daquilo, coisa de quem é avesso à leitura. Maioria. Bem fazem as empresas em buscar descobrir sobre as manias e os vícios dos seus candidatos a vagas. Bom, mas quem não deve, não teme.
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