A ILUSÃO POLÍTICA E SUA VARIANTE!






Cuiabá e Várzea Grande têm circulando hoje respectivamente 306.072 e 116.344 veículos das mais diversos matizes totalizando 422.416 veículos segundo dados do Denatran até julho de 2012, neste conglomerado que possuem mais de 3.000 quilômetros de ruas e que é cortado por mais de 30 avenidas sendo que muito delas com mais de 10 quilômetros de extensão, o que piora muito o transito é a distribuição de avenidas entre as duas cidades que são obsoletas, e o que nos resta é tumultos e acidentes de grande monta a toda hora, porém o interessante é que certo político ficou três anos fazendo propaganda da redenção divina para a baixada cuiabana que seria o GNV (GÁS NATURAL VEÍCULAR). Muito bem o cidadão entrou na onda e a primeira vista aquela economia que faz o guloso ficar cego, mas o cético mais reticente e da lhe conversão de motores e aquisições de kits, hoje o político esta milionário tem cargo vitalício e o povo entrou no conto do vigário. Atualmente não temos na baixada 3.000 veículos rodando com tal combustível e quem ficou com o prejuízo que me digam os senhores contribuintes e consumidores vorazes por sinal. Quem desautorizou, novamente autorizou e vamos de VLT com apenas 22 km, segundo pesquisas para se percorrer todas as linhas de ônibus na grande Cuiabá se gasta a bagatela de 850 km ai a pergunta que não quer calar qual o potencial de transporte de passageiros do VLT (dia), quantas paradas adequadas para fazer a transferência de passageiros de modal e transferindo o mesmo de modal durante certo tempo as passagens nos dois percursos terão o mesmo preço englobado em um só. As duas cidades trabalham hoje com +- 500 ônibus municipais e intermunicipais, transportando em média 350.000 mil pessoas dia e bate cabeça em um transito caótico que não dá sinais de melhoras, pois aos olhos de nossa administração municipal e estadual parece que somente temos problemas no trajeto da Avenida Miguel sutil, pois 90% das obras estão sendo ali empregadas. O orçamento para com o VLT beira a casa do 1,5 bilhões de reais, não seria à hora exata de o governo escutar seus eleitores e saber do povo o que o povo deseja e vê o que é melhor para a baixada, se tivéssemos corredores bem delineados somente para o transporte publico e se aplicasse o BRT como o vem fazendo a cidade do Rio de Janeiro com enorme sucesso, grande economia e tendo plena aprovação popular com sua primeira linha em pleno funcionamento creio seria mais útil e econômico, pois se passa em 18 dias nosso período de copa do mundo e deixa-se de pensar em alicerçar corredores para 850 km de linhas que se utiliza para conduzir o usuário a todos os bairros destas cidades. Não seria a hora de ouvir a voz do povo em vez da voz do político que por traz sempre carrega uma segunda intenção como o caso do GNV que era para todos dado a economia do combustível, poucos instalaram devido à instabilidade do governo cocaleiro do país vizinho e ainda temos alguns com o mico nas mãos e os postos sendo desativados como vem acontecendo ou ainda vamos esperar mais 1 ano para que nosso governo estadual cumpra sua promessa de levar o duto de gás natural até o distrito industrial desta capital para que se tenha uma grande economia das industrias lá instaladas. Sem falar que temos a energia dentre a mais cara do país, pois aqui se paga entre $ 0,39 e $ 0,41 centavos o kWh sem a absurda cobrança de impostos como o ICMS que inviabiliza o consumidor comum até de viver um pouco melhor nesta baixada quente de verão o ano todo ao passo que no interior do estado de São Paulo o custo da energia esta em $ 0,26 centavos o KWH sem os impostos, onde podemos verificar a absurda diferença na cobrança do preço pela distribuidora e o governo não faz nada em favor do povo, e na cobrança dos impostos que é absurda, a avidez do governo chega a ser revoltante o que nos leva a pensar que estamos vivendo em uma terra sem governo ou com um governo medíocre que pensa só em si quando deveria pensar naquele que o mantém governando, ou seja, o povo o eleitor. Pois foi se a época em que o estado de Mato Grosso tinha escassez de matriz energética e hoje ao contrario somos autossuficientes e já há algum tempo exportamos energia a preço de banana e pagamos a energia aqui produzida a preço de castanha da Índia.



Colaboração: Tarcisio Oliveira e Souza Junior - Técnico Em Patologia Clinica De Formação E Master Em Transporte Rodoviário De Cargas
 

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