“MEU NOME É DEUS”


Quem é Deus? Onde ele vive? Onde ele está agora? Será que seu nome realmente é Deus? Com certeza a maioria de nós já pensou nisso, se realmente há alguma força maior nesse mundo controlando tudo e olhando por nós. Será que realmente iremos para o “céu” ou “inferno”? Ou vivemos essas duas situações opostas no nosso dia-a-dia? Se ele é tão justo, como uma pessoa pode sofrer tanto enquanto outra goza de momentos felizes? Será que na verdade nós mesmos não fazemos nossos momentos, decidimos nosso rumo? Existem hoje muitas religiões com ponto de vista diferentes que acreditam basicamente na mesma coisa, essa herança religiosa vem desde nossos antepassados que diziam meu filho tem que ir à igreja, mas qual a diferença entre as paredes de uma igreja e as do nosso próprio lar? Se somos tão fiéis precisamos provar isso publicamente em cerimônias tradicionalmente repetitivas? E quem foi Jesus Cristo? O maior líder que o mundo conheceu, moveu multidões, pois tinha um ideal, foi a luta, deu a vida por isso como outros líderes. Um homem de carne e osso como nós que se desprendeu do materialismo para mostrar ao povo que aquilo não levava a nada, o importante é a evolução do espírito. Será que a igreja se apoiou nessa “fama” para por todos aos seus pés dizendo ser a salvação? Colocando Cristo como um ser divino que, morreu, ressuscitou, foi para o “céu” e de lá olha pelo mundo. Se observarmos os Gregos, por exemplo, tinham centenas de deuses onde o principal deles era Zeus (Deus), qual a diferença? Lembremos do período em que os padres cobravam indigências dos ricos como garantia de que os mesmos iriam para o “céu”, de onde será que vem toda a riqueza do Vaticano? Quem garante também que não tenham de certa forma alterado a própria Bíblia? Entretanto, temos dentro de nós uma força muito grande que, nos impulsiona e sussurra pra nossa alma que somos capazes de alcançar o que sonhamos. Essa força talvez seja o “Deus” que acreditamos, ou melhor que a Igreja ou nossa própria família nos fizeram confiar. Talvez as pessoas não mudem o modo de pensar simplesmente porque seria muito difícil aceitar que, o que elas acreditaram durante milênios simplesmente não é bem do jeito que pensavam ser. Isso sim, seria uma grande revolução. Sei também que se ele realmente existir vai estar olhando por mim agora, saberá que isso é apenas um questionamento e não uma injúria. Portanto, não sabemos e talvez nunca saberemos a real verdade, posso estar certo como também posso estar errado, ninguém é perfeito, mas pelo menos não vivo alienado e tenho direito de saber de onde eu vim e qual meu objetivo.

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